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quarta-feira, 16 de maio de 2018

ALGUMAS ORIENTAÇÕES PARA A APRESENTAÇÃO INDIVIDUAL SOBRE UM ARTISTA DO RENASCIMENTO

Da apresentação em powerpoint devem constar:
  • pequena biografia do autor, apenas com dados fundamentais sobre a sua vida e obra;
  • destaque de algumas das suas principais obras; 
  • apresentação de uma obra (a que mais gostarem ou que considerem mais importante) e respetiva análise. Ao realizar a análise devem destacar os elementos presentes que tornam aquela obra característica do período em estudo (Renascimento).
Não esquecer que todas as obras apresentadas à turma devem ser devidamente identificadas.
No caso das pinturas e esculturas analisadas deverão, ainda, clarificar o título/ tema abordado, bem como as técnicas utilizadas na sua realização (principalmente na pintura). 
Se possível, referir as dimensões, a data e o local da sua produção, quem a encomendou e onde se encontra na atualidade.
Não esquecer também (principalmente na pintura), sempre que possível, analisar o seu conteúdo e o seu sentido simbólico.

Agora vamos lá trabalhar que o tempo passa a correr!

sexta-feira, 4 de maio de 2018

O ADMIRÁVEL MUNDO NOVO DA IMPRENSA NOS SÉCULOS XV E XVI


Partindo da análise do documento 2 da página 13 do manual, responder à questão: 
Porque foi a imprensa uma inovação técnica importante?
Salientando a importância cultural da invenção da imprensa e a sua inserção no contexto das transformações e/ou descobertas operadas na civilização ocidental, redijam um texto com o título "O admirável mundo novo da imprensa nos séculos XV-XVI". O texto poderá ser escrito a pares ou individualmente.

Bom trabalho!

sábado, 21 de abril de 2018

TRABALHO PARA A PRÓXIMA AULA - FAZER UMA BIOGRAFIA

O novo desafio é fazer uma biografia de um português do século XVI que se tenha destacado no pensamento humanista, no desenvolvimento científico ou na literatura, durante o período que estamos a estudar.
Para dar uma ajudinha, aqui fica uma lista de possíveis candidatos (espero que não escolham todos o mesmo):
  • Luís de Camões
  • Pedro Nunes
  • Duarte Pacheco Pereira
  • Gil Vicente
  • Garcia de Orta
  • Amato Lusitano
  • Fernão Lopes de Castanheda
  • João de Barros
  • Gomes Eanes de Zurara
  • Damião de Góis
  • Gaspar Correia
  • Cristóvão da Costa
  • Tomé Pires 
  • Simão Álvares
  • Padre Fernando Oliveira
  • D. João de Castro
  • Sá de Miranda 
  • Garcia de Resende
  • André de Gouveia
  • André de Resende

sábado, 17 de março de 2018

A PROPÓSITO DOS TRABALHOS

Já estão a decorrer apresentações dos trabalhos finais do modulo 2, pois à medida que vão terminando os alunos têm-se proposto a apresentar.
Na próxima 5ª feira, dia 22, os trabalhos deverão estar terminados e terão lugar todas as apresentações em falta.

quinta-feira, 1 de março de 2018

PROPOSTA DE CORREÇÃO DO TESTE


Grupo I – Poder senhorial e poder régio no Portugal medieval

1.    Identificar três detentores de senhorios no Portugal medieval (Docs. 1 e 2).
·      Nobreza, representada em castelos OU em torres e solares;
·      Clero regular OU ordens religiosas representados em mosteiros;
·      Templários OU Hospitalários OU Ordem de Avis OU Ordem de Santiago OU ordens religioso-militares representados em castelos.

2.    A carta de D. Afonso Henriques aos cavaleiros do Templo (Doc. 3) instituiu um senhorio denominado:
c) couto.

3.    Explicar a situação apresentada no Doc. 2, com base no Doc. 3.
O mapa do Doc. 2 revela os extensos domínios das ordens religioso-militares no Centro e Sul do país, especialmente para sul do Tejo, onde o esforço da Reconquista foi maior. Tal ficou a dever-se às avultadas doações régias de terras aos monges-cavaleiros, que premiavam a sua intervenção nas conquistas aos muçulmanos (“guerra dos Sarracenos”) e garantiam a sua administração e manutenção.

4.    Indicar três funções da realeza, a partir do Doc. 4.
(Escolher três)
·       Cunhar moeda.
·       Legislar, através das Leis Gerais.
·       Chefiar militarmente.
·       Exercer a justiça OU julgar os nobres OU exercer a justiça maior OU atuar como juiz supremo

5.    Desenvolva o tema:
O combate à expansão senhorial no Portugal medieval

Introdução: Referir o crescimento desenfreado da propriedade nobre e eclesiástica, resultado de doações régias e particulares, de compras, de heranças e de abusos. Concluir a subtração de direitos devidos ao monarca, em consequência da imunidade da maioria daqueles territórios, e a inevitável luta da realeza pela recuperação do património, que se integra no movimento de centralização do poder real.

A resposta deve abordar, pela ordem que entender, três aspetos de cada um dos seguintes tópicos de desenvolvimento:
Origem e tipo de senhorios
·         A origem remonta às conquistas feitas aos muçulmanos e às frequentes doações de terras que as acompanharam (Doc. 3).
·         Tipo de senhorios: honras (propriedade da nobreza), coutos (maioritariamente propriedade do clero) e reguengos (propriedade do rei).
·         Os senhorios nobres identificavam-se pela presença de um castelo, uma torre ou um solar, enquanto os senhorios eclesiásticos identificavam-se pela presença de um mosteiro, de uma sé catedral e até de um castelo (no caso das ordens religioso-militares) (Docs. 1 e 2).
Natureza do poder senhorial
·         Poder económico OU dominial, proveniente da exploração económica da terra, como a cobrança de rendas e serviços (jeiras) aos homens do seu senhorio.
·         Poder político OU público: de comando militar (ex.: recrutamento para a guerra), de punição judicial (exceto pena de morte e mutilação de membros) e de coação fiscal (exigência de impostos, como as banalidades, as portagens e as peagens).
·         Imunidade, em consequência da qual os funcionários régios ficavam impedidos de exercer as funções militares, judiciais e fiscais na área do senhorio, sendo a imunidade concedida através de cartas de couto (aos eclesiásticos) ou da atribuição do poder público a um nobre, a quem o monarca delegava a administração de territórios ou castelos.

Meios utilizados pela realeza para combater a expansão senhorial
·         Leis de Desamortização, que proibiam os mosteiros e as igrejas de comprarem bens de raiz, de os herdarem dos seus professos ou de aceitarem doações de particulares.
·         Confirmações Gerais, através das quais os reis reconheciam, ou não, os títulos de posse de terras e os direitos senhoriais anteriormente doados a nobres e clérigos pelos seus predecessores.
·         Inquirições, através das quais se auscultavam habitantes de coutos e honras no sentido de apurar se aqueles senhorios eram legítimos ou provenientes de usurpações à propriedade e aos direitos régios (Doc. 5).

Grupo II – As comunidades concelhias

1.    Um foral é um diploma jurídico que regulamenta a vida das populações de um concelho, pertencendo a sua iniciativa:
d) ao rei ou a um senhor laico ou eclesiástico.

2.    Identificar no foral de Avis (Doc. 1):
um privilégio de cariz militar - a isenção do fossado a um terço dos habitantes, que só nele participariam uma vez por ano OU a substituição do fossado OU do apelido pelo pagamento de  5 soldos;
um privilégio de cariz fiscal - isenção de imposto (“foro”) às tendas, moinhos e fornos OU a exclusividade do pagamento de portagem pelos que não habitavam a vila;
um privilégio de cariz judicial - o julgamento dos cavaleiros (proprietários abastados) segundo as regras aplicadas aos infanções (nobres);
uma obrigação destinada a salvaguardar a segurança das populações - o pagamento de multa por homicídio OU furto OU violação armada de domicílio OU falso testemunho OU ferimentos em lugar público.

3.    Associar os nomes apresentados na coluna A às definições que constam na coluna B.
a)       4;
b)       7;
c)        1;
d)       6.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

VAMOS TRABALHAR

Proposta de correção da ficha de trabalho pp. 80-83 do manual

1.        
1.1.   Comprova-se pela construção de uma nova cintura de muralhas, com um maior perímetro.

1.2.  Destinavam-se à circulação de pessoas e de mercadorias.

1.3.   Escolher quatro: mercadores; fabricante de espadas OU armeiros OU alfagemes; curtidores de peles; sapateiros; caldeireiros; ourives.

1.4.  A profissão de mercadores.

1.5.  Destinavam-se a acolher doentes, viajantes e leprosos, respetivamente. Dado os leprosos serem um grupo marginalizado e temido pelo contágio da doença, as gafarias, como a de S. Lázaro, situavam-se no arrabalde.
2.                                                     
2.1.   Senhorio eclesiástico – “Eu, Hugo, […] Bispo do Porto […] (primeira OU última linhas) OU “Quem quiser vender a sua casa, venda-a a qualquer habitante do burgo que a queira, com o consentimento e autorização do Bispo” ( linhas 10--12) OU “Quem fora de muros plantar uma vinha por aqueles lugares que o meirinho lhe der, pague por isso a quarta parte do vinho, para o celeiro da Sé portucalense.” (linhas 27-30).
Concelho – “ […] dou e concedo, de acordo com […] a assembleia dos homens-bons, tais e tão bons forais […]” (linhas 4-5) OU “meirinho da vila” (linhas 8 e 9).

3.  A Sé Catedral (Doc. C1) simbolizava o poder do senhor eclesiástico, o bispo do Porto; a Casa da Câmara simbolizava o poder do concelho do Porto.

4.  Dois direitos dos moradores do Porto – não verem as suas casas invadidas pelas autoridades, a não ser na presença de homens-bons (linhas 12-16); isenção de portagem para o pão que trouxessem de fora para vender no Porto (linhas 16-18).
Dois direitos do Bispo do Porto – receber impostos “no dia da Ceia do Senhor”, pela construção de casas (linhas 7-9) e por várias transações (linhas 22-27); consentir e autorizar a venda de casas pelos moradores do burgo (linhas 10-12); receber a quarta parte do vinho resultante das vinhas plantadas fora das muralhas (linhas 27-30); receber a quarta parte das colheitas provenientes dos arroteamentos em “montes e vales” (linhas 30-31); receber as portagens (linhas 32-33) [escolher dois].
Preocupação com a seriedade das transações comerciais – imposição de multa a quem comprar ou vender com medidas falsas OU utilização de medidas únicas para a transação de sal e de vinho (linhas 19-21).
Imagem que confirma essa preocupação – a das medidas-padrão de comprimento, gravada na parede da Sé, onde os mercadores se deviam dirigir para medir com exatidão o artigo que iam vender.

5.  A cerca moura; a alcáçova; a almedina; a mouraria.

6. Localizada fora da cerca da cidade, a mouraria reflete a marginalização a que os mouros vencidos foram votados.

7. Tudo leva a crer que sim, pelo número razoável (3) de judiarias existentes em cada uma das cidades e pelo facto de, à exceção da de Monchique no Porto, se situarem dentro de muros.

8. Detentor do senhorio de Lisboa – o rei D. Afonso Henriques.
Dois direitos do senhor – receber multas de quem violasse, “violentamente e armado”, o domicílio alheio (linhas 6-7); receber pagamentos em vinho das cargas deste género que entrassem em Lisboa (linhas 7-8); receber pagamentos em cereais de proprietários de gado e de lavradores (linhas 8-11) [escolher dois].
Dois direitos concedidos pelo senhor aos moradores de Lisboa – vender o vinho produzido em Lisboa ao mesmo tempo que o vinho vendido pelo rei (relego) (linha 8); não pagar pela posse de tendas (para comércio) e de fornos de pão (linhas 9-10); isenção de portagem aos que trouxessem pão, vinho ou azeite de Santarém, para consumo próprio (linhas 13-15) [escolher dois].
Duas atividades económicas dos moradores de Lisboa – agricultura; comércio; pesca [escolher duas].

9. A imagem do Castelo de S. Jorge (Doc. C4), porque era a residência do rei e do alcaide que representava o soberano na sua ausência. Do Paço da Alcáçova emanavam as ordens régias.

10. – No Porto, o grupo alvo de discriminação foi o dos nobres (“fidalgos”, “pessoa poderosa”), que não podiam aí ter bens de raiz (“herdamentos”) ou habitar na cidade. Tal deveu-se ao facto de o Porto ser uma cidade de negócios, de tráfego de mercadorias e de mercadores, atividades que não eram praticadas pela nobreza.
– Em Lisboa, o grupo alvo de discriminação foi o dos mouros, que estavam proibidos de participar nas festas religiosas dos cristãos. A razão da discriminação assenta no antagonismo religioso cristianismo-islamismo.

11. Ambas eram ruas estreitas, íngremes e sombrias.
As ruas novas apresentavam-se mais largas e retilíneas que as anteriores.

12. Os problemas urbanos consistiam no lixo e nos dejetos que os moradores deixavam nas ruas e caminhos, o que constituía um grave problema de higiene, de saúde pública (“dano”) e de “vergonha”.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

MATRIZ DO TESTE

Conteúdos
Objetivos/ Competências
Estrutura e Cotações

2 –  O ESPAÇO PORTUGUÊS – A CONSOLIDAÇÃO DE UM REINO CRISTÃO IBÉRICO



- A fixação do território
- O país rural e senhorial
- O país urbano e concelhio
- O poder régio, fator estruturante da coesão interna do reino


1.       Identificar as diferentes fases do processo de Reconquista.
2.       Reconhecer o termo da Reconquista e o estabelecimento definitivo de fronteiras.
3.       Caracterizar o país urbano e concelhio.
4.       Reconhecer as características do urbanismo medieval.
5.       Caracterizar a organização concelhia.
6.       Reconhecer o senhorio enquanto quadro organizador da vida económica e social.
7.       Caracterizar as especificidades do senhorio.
8.       Reconhecer o poder senhorial.
9.       Caracterizar a exploração económica do senhorio.
10.   Identificar as comunidades rurais dependentes.
11.   Explicar o combate à expansão senhorial por parte dos monarcas portugueses.

Identificar, clarificar e aplicar de forma correta os conceitos trabalhados: Reconquista/Vassalidade/imunidade/mesteiral/concelho/
Carta de foral


GRUPO I
5 Questões de resposta obrigatória (130 pontos), onde se inclui o item de desenvolvimento.

GRUPO II
3 Questões de resposta obrigatória (70 pontos).







TOTAL = 200 pontos





















Critérios gerais de correção:

- Relevância relativamente à questão formulada no item.

- Rigor na interpretação dos documentos apresentados.

- Adequação da resposta à questão proposta.

- Domínio da terminologia específica da disciplina.

- Correção da expressão escrita (ortografia e sintaxe).

 - Utilização dos documentos apresentados.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

VAMOS TRABALHAR

Correção da ficha realizada na aula:

1. Senhorio laico ou honra pertence à nobreza e senhorio eclesiástico ou couto pertence ao clero.

2. Sim, porque no couto de Alcobaça o abade e os monges tinham poder sobre a terra e sobre as pessoas que lá viviam. Era uma terra imune na qual o rei não tinha qualquer poder.

3. Os monges cobravam rendas, taxas, multas e impostos, aplicavam a justiça e administravam todo o território.

4. Agricultura, pesca, salinicultura, mineração, metalurgia (trabalho do ferro em forja) silvicultura e comércio (exportava vinho, sal, azeite, azeitona, frutos secos e madeira).

5. D. Afonso Henriques mostrava-se bom cristão, generoso para com as ordens religiosas, para que o clero o apoiasse junto do Papado para que este reconhecesse Portugal como reino independente perante toda a Cristandade.

6. Foi aqui que se criou uma das primeiras escolas públicas do ocidente, reunindo professores, alunos e conhecimento que viriam a dar origem à universidade (aquando da sua transferência para Coimbra).

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

VAMOS AO TRABALHO

Proposta de correção da ficha de trabalho realizada na aula (pp.44-45, manual).

1. Abandonavam os doentes e muitos eram enterrados ainda vivos pois acreditava-se que a morte era certa.

2. A conjugação dos astros ou a vingança de Deus.

3. Os doentes não eram isolados o que facilitava a propagação. Acreditava-se que os astros eram responsáveis.

4. Eram acusados de envenenar as águas dos rios e dos poços e de não acreditarem em Cristo, o que atraía a vingança de Deus.

5. Passavam a fazer parte da comunidade cristã e por isso já não podiam ser culpados.

6. 1348.

7. Fugindo dos centros urbanos ou purificando-se através da flagelação para acalmar a ira divina.

8. A peste teve efeitos demográficos devastadores: a mortalidade foi tão elevada que muitos centros urbanos ficaram completamente desabitados (Doc. E).

9. Como a mortalidade foi muito elevada, os que sobreviveram receberam heranças e recusaram-se a continuar a trabalhar nos campos a não ser que os salários fossem muito elevados. Como os proprietários não podiam pagar, os campos ficavam por cultivar, não produzindo os alimentos.

domingo, 19 de novembro de 2017

PREPARAR O TESTE - MATRIZ TESTE 2

Duração: 90 minutos

Conteúdos
Objetivos/Competências
Estrutura e Cotações
Critérios de correção (gerais)
         O modelo romano

2.1 Roma, cidade
ordenadora do império
urbano
- O poder imperial
- O culto ao imperador
- A progressiva extensão da cidadania




2.2 A afirmação imperial de uma cultura urbana pragmática
- A padronização do urbanismo
- A fixação de modelos artísticos: a arquitetura





3.2 Prenúncios de uma nova geografia política
- O Império em crise
- A divisão do Império
- Os bárbaros no Império e as grandes invasões

 

Reconhecer os fatores de coesão do Império;
 
Distinguir os diferentes poderes do Imperador;

Interpretar a extensão do direito de cidadania romana como um processo de integração da pluralidade de regiões sob a égide do Estado Imperial


Distinguir formas de organização do espaço nas cidades do Império tendo em conta as suas funções cívicas, políticas e culturais

Caracterizar as inovações arquitetónicas e os elementos de influência helénica






Distinguir os problemas político-militares que afetavam o império

Descrever a situação político-militar vivida pelo Império neste período


 
Identificar, clarificar e aplicar de forma correta os conceitos: Império; Urbanismo; Pragmatismo.



GRUPO I
5 questões de resposta obrigatória (80 pontos)







GRUPO II
4 questões de resposta obrigatória, onde se inclui o item de desenvolvimento (80 pontos)






GRUPO III
3 questões de resposta obrigatória (40 pontos)
 
TOTAL= 200 pontos
Relevância relativamente à questão formulada no item;

Rigor na interpretação dos documentos. apresentados;

Adequação da resposta à questão apresentada;

Domínio da terminologia específica da disciplina;

Correção da expressão escrita (ortografia e sintaxe);

Utilização dos documentos apresentados.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

OS PODERES DE AUGUSTO - FICHA DE TRABALHO

Tópicos de correção da ficha de trabalho realizada em sala de aula (pp. 78/79)


Questão 1
Gloriosa; de acordo com a descrição feita no Doc. 2, Augusto batalhou intensamente, apaziguando as guerras civis que dividiam os Romanos e confrontando os inimigos de Roma “em todos os lugares” do Império. Pelas suas vitórias, foi agraciado, mais do que uma vez, com as maiores honras atribuíveis a um general romano, a ovação e o triunfo.

Nota: a resposta admite outros qualificativos, desde que pertinentes e justificados.

Questão 2
Colocou sob a sua direta responsabilidade as províncias do Império suscetíveis de se revoltarem, deixando sob a autoridade do Senado as que se encontravam completamente pacificadas. Sob este pretexto, chamou a si o controlo das forças militares de Roma.

Questão 3
Cônsul: a mais alta magistratura do cursus honorum, aos cônsules pertencia a direção do Governo romano e a chefia dos exércitos;
Tribuno da Plebe – considerados invioláveis e sagrados, os tribunos da plebe tinham por obrigação a defesa dos direitos dos plebeus. O poder tribunício conferia-lhes o direito de veto sobre as decisões de todos os restantes magistrados e mesmo do Senado, caso estas prejudicassem os direitos da plebe.
Ditador – magistratura que, segundo a tradição romana, revestia um caráter extraordinário, sendo atribuída apenas quando a pátria se encontrava em perigo, por um período de tempo restrito. As decisões do ditador sobrepunham-se às dos outros magistrados, pelo que, na prática, este magistrado detinha todo o poder.

Questão 4
Recusando o cargo de ditador, uma vez que este restringia o poder das outras magistraturas, e recusando também tornar-se o “único e todo-poderoso superintendente das leis e dos costumes”, poderes que lhe foram oferecidos pelo Senado e pelo Povo Romano.

Questão 5
Concedendo dádivas aos soldados e ao povo e cativando todos com os benefícios trazidos pela paz que instaurara no Império.

Questão 6
Ao longo da sua carreira política, Octávio foi acumulando poderes e honrarias: obteve o supremo poder militar,
primeiro em algumas províncias, depois em todo o Império, concentrou também em si, de forma progressiva, os poderes das magistraturas mais prestigiadas e, finalmente, as altas funções de pontífice máximo; a partir de 29 a. C., recebeu títulos cada vez mais honrosos, que culminaram com o de “Pai da Pátria”.
 
 
Questão 7
Tanto as altas funções religiosas (pontífice máximo), como os títulos de grande honra que recebeu – o de “Augustus” e o de “Pai da Pátria” – coroaram a carreira política de Octávio com uma autoridade incontestada e tornaram venerável a sua pessoa.

Questão 8
Coragem; clemência; retidão; desprendimento; justiça; piedade.

Questão 9
Tanto Dion Cassio como Tácito apresentam Octávio como um político hábil e manipulador, capaz de atingir os seus objetivos distribuindo benesses e aparentando desprendimento do poder.